Eles foram presos por associação ao tráfico de drogas
Divulgação/ Polícia Civil
Eles foram presos por associação ao tráfico de drogas


Nesta terça-feira, os policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia de Investigações Gerais de Santos (Deinter 6) prenderam três homens envolvidos com facção criminosa, atuantes na Baixada Santista.

Após investigações durante os últimos três meses, os policiais cumpriram seis mandados de busca e apreensão, simultaneamente, nas cidades de Santos e Praia Grande, para prender os, até então, suspeitos.


Os imóveis alvos da investigação ficam nos Bairros Canto do Forte e Vila Tupy, na cidade de Praia Grande, e nos Bairros do Gonzaga, Vila São Jorge e Rádio Clube, em Santos. 

Na primeira casa revistada pelos agentes, no Bairro Rádio Clube, foi preso em flagrante um suspeito, 38 anos. Com ele, havia a quantia de R$ 10.800,00 reais em espécie, além de documentos, celulares e uma motocicleta registrada em nome de outra pessoa.

No segundo endereço, localizado na Vila Tupy, os agentes prenderam o suspeito, de 29 anos. Nessa residência foram apreendidos cadernos com anotações da contabilidade do tráfico de drogas, joias, documento de veículos e imóveis registrados em nomes de terceiros, além de uma moto e um veículo importado recém adquirido.

Ainda em Praia Grande, no Canto do Forte, um veículo importado sem placa, documentos e celulares foram apreendidos. Neste local, os investigadores descobriram que um homem, de 33 anos, já havia sido avisado sobre a chegada da polícia e tentou fugir. Ele preso trafegando pelo Bairro Jardim Glória. 

Não foi encontrado nada de ilícito nos outros endereços da investigação. Durante as investigações, a polícia apurou que os presos são, na verdade, o líder da facção criminosa, o gerente, que administrava os pontos de tráfico, e seu homem de confiança, responsável pelo recolhimento dos valores.

A Polícia também destacou que nenhum dos imóveis ou objetos apreendidos estavam registrados em nome dos suspeitos, o que deixa clara a intenção deles em atrapalhar o trabalho investigativo.

Todo material apreendido servirá como fonte de informações para as investigações em curso na Delegacia especializada, e os suspeitos, após os procedimentos referentes à prisão por associação ao tráfico de drogas, foram encaminhados ao Sistema Penitenciário.

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