No local há álcool em gel e aferimento de temperatura para os trabalhadores.
Isabela Carrari/Prefeitura de Santos
No local há álcool em gel e aferimento de temperatura para os trabalhadores.


A obra do Centro de Atividades Turísticas (CAT), que integra o projeto Nova Ponta da Praia, está 65% executada, após a conclusão da estrutura de concreto. O equipamento está construído em uma área que abrange a Praça Almirante Gago Coutinho e parte de um terreno cedido pela União ao Município.

De acordo com a assessoria da Prefeitura, o cronograma prevê conclusão das obras no mês de setembro. Devido à pandemia de covid-19, os serviços foram suspensos por 15 dias no início de abril. Na volta às atividades, uma semana inteira foi reservada ao treinamento dos funcionários para prevenção a contágios.

Além do período de paralisação, a obra passou a ter ritmo mais lento nos últimos meses, pois houve redução no número de operários devido às medidas de distanciamento social e aos horários mais restritos de trabalho. Em decorrência da quarentena, houve também atraso na entrega de alguns materiais.

o arquiteto Glaucus Farinello, gestor do projeto, informa que o edifício está com toda a estrutura de concreto armado concluída. Segundo ele, também se encontra pronta a base do heliponto localizado na cobertura, enquanto outras etapas estão em fase avançada de execução. “Já temos alvenarias, instalações de bombeiro, de água e de eletricidade. Aparelhos de ar-condicionado estão instalados e os dutos todos colocados no pavilhão de feiras”.

Outra parte em andamento, segundo Farinello, é a da fachada frontal, acessível pela praça. “A estrutura metálica, inclusive com pilares e vigas já colocados, está entrando em fase de arremates e acabamentos”, relata, informando que a próxima etapa será a cobertura do estacionamento, no piso superior.

Compensações

O CAT e as demais intervenções da Nova Ponta da Praia são promovidas por um grupo privado como compensações obrigatórias previstas na Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) para empreendimentos em áreas determinadas da Cidade. Não há investimento de recursos por parte do Município.

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