O provedor Ariovaldo Feliciano garante que a Santa Casa não irá vender o imóvel.
Divulgação/ Assessoria
O provedor Ariovaldo Feliciano garante que a Santa Casa não irá vender o imóvel.

A equipe do Departamento de Manutenção Geral da Santa Casa de Santos, que inclui elétrica, hidráulica, marcenaria, alvenaria, carpintaria e serralheria, fizeram um mutirão para promover a recuperação do prédio histórico Escolástica Rosa.

Mais de 30 funcionários realizaram um trabalho que consistiu em retirar de dentro do prédio todos os entulhos. Entre eles são: móveis, cortinas, bancos, aparelhos eletrodomésticos quebrados e pisos de madeira mofados. Além disso, a equipe de hidráulica e elétrica avaliaram os circuitos de água e luz para saber a dimensão da deterioração do imóvel.

Em março deste ano, quando a Santa Casa de Santos voltou com os trabalhos no prédio do Escolástica Rosa, foram retiradas mais de 113 caçambas de mato e entulho da área externa, que estavam espalhadas em todo o terreno. Este serviço foi feito pela equipe de Higienização e Parques e Jardins, que incluiu também a desratização e controle de pragas, na área de 17 mil metros quadrados. A próxima etapa é iniciar a descupinização de toda a área interna e externa.

Antes da pandemia sem decretada, em março, o provedor da Santa Casa de Santos, Ariovaldo Feliciano, acompanhado do vice-provedor, Cacá Teixeira, e de membros da Mesa Administrativa da Irmandade, estiveram no Escolástica Rosa vistoriando o imóvel, e lamentaram a deterioração e situação de abandono que o Estado deixou o local, durante os anos que o abrigou. Foram observadas também algumas construções que parecem não fazer parte da obra histórica, pois são bem diferentes do estilo do prédio.

O provedor Ariovaldo Feliciano destaca que a Santa Casa de Santos não irá vender o imóvel, e pretende colocá-lo à disposição da sociedade, respeitando seu grande valor histórico. Para isso, irá realizar um estudo minucioso, técnico e histórico, fundamentado nas plantas originais de autoria do escritório do Dr. Ramos de Azevedo, engenheiro de grande prestígio da época, responsável pelo projeto arquitetônico do Escolástica Rosa.

Já a concretização do restauro e recuperação do casarão dependerão da iniciativa privada, porém o provedor Ariovaldo Feliciano está confiante em vencer mais este desafio, e devolver o brilho a este tesouro da Baixada Santista.

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