O hospital de campanha começou a funcionar no dia 19 de abril com 46 leitos
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O hospital de campanha começou a funcionar no dia 19 de abril com 46 leitos


Será desativado, a partir de segunda-feira (17), o hospital de campanha montado pela Prefeitura de Santos na UPA Zona Leste (Praça Visconde de Ouro Preto s/nº), voltado ao tratamento de pacientes covid-19.

No próximo dia 27, a unidade iniciará o atendimento de urgência e emergência, sua finalidade original, nas áreas de clínica médica, pediatria e ortopedia.

O hospital de campanha começou a funcionar no dia 19 de abril com 46 leitos, sendo cinco de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 41 de clínica médica. Com a chegada de respiradores enviados pelo Governo do Estado, 15 leitos de clínica médica foram transformados em de UTI, chegando assim a 20 leitos destinados aos casos de maior complexidade.

“Estamos iniciando, a partir do hospital de campanha da UPA Zona Leste, a desativação gradativa e segura dos leitos hospitalares para pacientes covid-19, pois os números de internações estão em queda e temos uma taxa de ocupação em torno de 30%”, explica o secretário municipal de Saúde, Fábio Ferraz. Ele ressalta que os cuidados preventivos e de distanciamento social devem continuar pela população e a rede municipal seguirá com 403 leitos covid-19 disponíveis para internação, 129 deles de UTI.

A UPA Zona Leste tem 3 mil m², três vezes maior do que o antigo Pronto-Socorro que funcionava no mesmo endereço, sendo a maior da Cidade. Ela funcionará todos os dias (24 horas) e tem previsão de realizar mensal mente até 2,7 mil procedimentos ambulatoriais, 12 mil exames diagnósticos e 15 mil consultas médicas - o dobro do número de consultas realizadas pelo atual PS Provisório.

A partir da operação da UPA da Zona Leste como unidade de pronto atendimento, será concluída a remodelação da rede de urgência e emergência do Município – após as inaugurações da UPA Central (janeiro de 2016) e da UPA Zona Noroeste (fevereiro de 2019).

ESTRUTURA

A unidade contará com 31 leitos de observação, sendo 24 de observação adulto, cinco de emergência e dois de observação pediátrica; cinco consultórios (três de clínica geral, um de ortopedia e outro de pediatria); salas de raio-X e emergência, área para desembarque de ambulância, entre outros espaços.

A gestão compartilhada do equipamento é feita entre a Secretaria Municipal de Saúde e a organização social Pró-Saúde, vencedora de chamamento público. O contrato tem valor mensal de R$1,7 milhão e também inclui serviço de remoção de pacientes, visando desafogar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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